Gamers tem mais capacidade de conhecimento, diz estudo

Ah, sua mãe não imaginava o bem que fazia ao filho ao deixá-lo mais um pouco no vídeo game ou no computador jogando uma partida de seu jogo preferido. Quem diria que horas e horas de olhos grudados na televisão nos seria útil um dia,  principalmente para quem era viciado em Super Mario, Top Gear, etc.

O vídeo game nos ensina muitas coisas, como um outro idioma, ou pelo menos algumas palavras de um outro idioma, mas principalmente ele desperta nosso raciocínio lógico e desenvolve suas aplicações no nosso cotidiano, (Viva ao Donkey Kong, Viva!) é isso que revela um estudo da Universidade de Denver, nos Estados Unidos, que ainda diz que os games são capazes de aumentar ou melhorar o desempenho no ambiente profissional.


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A pesquisa foi feita com 6,4 estagiários, – vale aqui citar nosso amigo do clube dos geeks, Elias, estagiário no Departamento de Tecnologia da Informação de uma Instituição de Ensino Superior no Ceará, escritor e cofundador do nosso site, e gamer. Nos mais de 65 estudos foi possível observar que o nível de conhecimentos gerais dos gamers foi maior em 14% em relação aos que não jogam.  O nível de conhecimento factual, ou seja de fatos, foi maior em 11% e o de retenção  de informação e conhecimento foi de 9%. Portanto, se seu filho, irmão, primo ou coisa parecida, passa horas nos jogos eletrônicos não se preocupe, você pode estar formando um novo Einstein, possivelmente.

Além disso, os jogos desenvolvem o senso de organização de ações e estratégias, a busca de objetivos de forma cautelosa e segura, e a visão de dever de cumprimento de tarefas delegadas, além da necessidade de comunicação com as outras pessoas, o que existe em diversos jogos.

O ponto negativo, talvez, pode ser o botão “Restart”, (lembram de outra coisa também não muito positiva com este nome? – Não respondam!), pois pode despertar um pensamento nada bom de que tudo na vida, ou na empresa, tem um recomeço. Mas voltar e iniciar tudo do começo, perdendo aquilo que já foi conquistado nem sempre é uma boa alternativa, e nem é tomada pela maioria dos gamers.

Por isso tudo, quando tiver filhos lhes darei um vídeo game, sem esquecer de antes ler alguns bons livros com eles, é claro. Eu acredito que os vídeos games, assim como os livros, também podem desenvolver nas crianças a capacidade de transcendência, o que é muito importante para a formação da personalidade de um ser humano e para seu raciocínio.

Fonte de pesquisas:Olhar Digital

Sobre o autor:

Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - FLS; Desenvolvedor Full-stack na UniLeão; Revisor de conteúdo do site Clube dos Geeks, católico, gosto de ler e escrever.

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